Guessimo
Voltar às perguntasSaúde

Início da pandemia de COVID-19

2019–2020

Início da pandemia de COVID-19

O evento em detalhe

A pandemia do SARS-CoV-2 nos Estados Unidos começou em 21 de janeiro de 2020. Em 25 de fevereiro de 2020, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) confirmaram vários casos de coronavírus nos Estados Unidos. Atualmente, o CDC divide os números em casos entre viajantes individuais, casos devidos a pessoas espalhadas pelos Estados Unidos e casos entre cidadãos repatriados de locais de crise, como Wuhan, China e o navio de cruzeiro Diamond Princess. O CDC publica edições atualizadas toda segunda, quarta e sexta-feira. Esses números são copiados na tabela a seguir.

No dia 4 de abril de 2020, segundo balanço da Universidade Johns Hopkins (JHU), noticiado pela CNN, foram registrados mais de 300 mil casos confirmados para o novo coronavírus. No dia 10 de abril, ultrapassaram 500 mil casos. No mesmo dia, os Estados Unidos bateram um novo recorde e foram o primeiro país a registrar mais de duas mil mortes em um período de 24 horas, segundo dados da JHU. No dia 22 de abril, foi divulgado que os Estados Unidos identificaram duas mortes de pacientes, um no dia 17 de fevereiro, e outro dia 6 de fevereiro, 20 dias antes da primeira confirmação oficial. Em 24 de abril de 2020, o número de mortes nos Estados Unidos superaram 50 mil.

No final de março de 2020, os Estados Unidos se tornaram o epicentro da pandemia de coronavirus no mundo, concentrando o maior número de infectados e mortos dentre os quase 190 países e territórios que registraram casos do vírus. A cidade de Nova Iorque se destacou dentro da nação com uma alta taxa de infecção e letalidade. Em 27 de maio, os Estados Unidos se tornaram o primeiro país no mundo a chegar a marca de 100 000 fatalidades por causa do COVID-19. Os estados de Nova Iorque, Nova Jérsei, Illinois, Pensilvânia, Massachusetts, Califórnia, Texas e Flórida eram, à época, os epicentros das infecções no país, concentrando a maioria dos casos e mortes. No começo de julho, os Estados Unidos registraram mais de 3 milhões de casos de infecção pelo COVID-19 nos territórios da nação, mais do que qualquer outro país no mundo, na época.

Em 13 de março, o presidente Donald Trump declarou emergência nacional. O Governo Trump foi acusado de agir de forma muito lenta para responder a crise do coronavirus, esperando até meados de março para autorizar a compra de grandes quantidades de equipamentos médicos. O governo também usou o Defense Production Act para direcionar a indústria privada a construir material médico. Em 17 de abril, as autoridades federais autorizaram a declaração de desastre para todos os estados e territórios. Uma segunda onda de infecções começou em junho de 2020, após vários estados relaxarem as medidas de restrição social.

A maioria dos estados e territórios americanos aprovaram diversas medidas como resposta a pandemia, incluindo regras de distanciamento social, quarentenas, proibição e cancelamento de aglomerações (especialmente festivais e eventos esportivos) e fechamento de escolas. O maior número de casos é visto, desproporcionalmente, nas comunidades de afro-americanos e latinos, e muitos casos foram reportados de xenofobia e racismo contra americanos de origem asiatica. Entre as diversas consequências da pandemia, a economia dos Estados Unidos entrou em recessão e o desemprego subiu de 3,5% para 14,7% entre fevereiro e abril. Como resultado da desaceleração da atividade econômica, o PIB do país chegou a encolher 38% no segundo trimestre do ano, enquanto a dívida pública cresceu exponencialmente.

Em dezembro de 2020, após quase um ano depois do primeiro caso ter sido reportado, os Estados Unidos adquiriu uma vacina contra o COVID-19 e começou a imunizar sua população. Em janeiro de 2021, o novo presidente, Joe Biden, adotou novas medidas para conter a pandemia de COVID-19, instruindo as agências do governo para trabalharem mais rápido na vacinação de pessoas, reabertura de escolas e uso obrigatório de máscaras em transporte público interestadual. O governo também anunciou que pretendia passar um plano econômico de US 1,9 trilhões de dólares para lidar com a crise, social e econômica, do COVID-19.

Põe à prova o teu sentido do tempo histórico!

Adivinha quanto tempo passou entre dois acontecimentos históricos! Põe os teus conhecimentos à prova com o Guessimo, o jogo online de adivinhas históricas.

Joga Guessimo